Gente, eu quase nunca mostro minha vida real aqui nas redes.
Sempre tento mostrar a arte, o lado do Justo, essa parte de mim que cria, que sente e transforma tudo em expressão.
Mas, pra ser sincero, 2025 tem me batido forte.
Tem dias que o peso vem de um jeito que nem a arte dá conta de aliviar.
Ainda assim, eu continuo — porque sou filho do mar e do céu.
E, como o mar, às vezes me revolto, mas também sei me acalmar.
Como o céu, carrego nuvens e tempestades, mas sempre deixo o sol voltar a aparecer.
Eu me renovo a cada dia pelos que se foram, tentando ser alguém que eles teriam orgulho de ver.
A vida não é sempre bonita — e tá tudo bem.
Todo mundo passa por fases ruins e boas, e eu não sou diferente.
Nem sei se alguém vai ler isso, mas se você chegou até aqui, talvez também esteja remando nesse mesmo mar.
Só quero te lembrar: você não está sozinho.
Estamos no mesmo barco.
Mas não esquece — a gente está no barco, não é o barco.

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