quarta-feira, 8 de abril de 2026

Anitta

 


Há algo de diferente no ar quando Anitta se prepara para lançar um novo álbum. Não é só música — é movimento, é narrativa, é reposicionamento. Desta vez, o que chama atenção não é apenas o som, mas a intenção por trás dele. A artista, que sempre soube dialogar com o mundo, agora parece querer dialogar consigo mesma — e com algo maior.

Sua recente aparição no programa do Luciano trouxe exatamente essa sensação. Entre performances, falas e olhares, havia uma presença mais introspectiva, quase espiritual. Não no sentido tradicional ou limitado de religião, mas numa busca por identidade, ancestralidade e conexão. Anitta não estava apenas promovendo um projeto; ela estava contando uma história — e, talvez, tentando responder perguntas que nem sempre cabem em letras ou refrões.

É interessante perceber como a religião, ou melhor, a espiritualidade, tem ganhado espaço na arte contemporânea. Não como imposição, mas como expressão. Como um retorno às raízes, como um reconhecimento de forças invisíveis que moldam quem somos. E, nesse ponto, a música deixa de ser entretenimento e passa a ser ritual.

Esse movimento abre um espaço poderoso para outros artistas também se posicionarem. Porque quando alguém do tamanho de Anitta traz esse tema à tona, ela não fala sozinha — ela abre caminhos.

E é exatamente nesse espaço que “Aluja” encontra seu lugar.

A música não surge apenas como som, mas como manifestação. Há nela um eco de algo ancestral, uma vibração que não pede explicação, apenas presença. Se Anitta aponta para uma busca espiritual em meio ao mainstream, “Aluja” mergulha direto nessa energia, sem medo de ser profunda, sem medo de ser verdadeira.

No fim das contas, talvez seja isso que esteja acontecendo com a música atual: ela está voltando a ser ponte. Entre o visível e o invisível. Entre o artista e sua essência. Entre o público e aquilo que ele ainda não consegue nomear, mas sente.

E quando isso acontece, não é só um álbum que nasce.

É um chamado.

Luísa, não gostei!



Coluna informativa e desabafo pessoal

Luísa, não gostei do novo álbum — e vou falar sim.

Há poucas semanas, a cantora esteve no TikTok dizendo que os fãs precisavam valorizar o trabalho dela, já que um álbum exige tempo, investimento e dedicação. Muitos engoliram o orgulho e concordaram. Eu, como fã, também parei para ouvir com atenção, seguindo as orientações da artista.

Mas, infelizmente, encontrei mais do mesmo: dor, traição, tristeza… e, pior, tudo isso em melodias que não me prenderam. Não é um ataque — longe disso. A cantora já está consolidada, e meu comentário vem justamente como fã que esperava algo diferente, uma evolução.

Achou que acabou? Claro que não. Com os números baixos de Bossa Sempre Nova, ela lança Brutal Paraíso. Na noite de terça, 07/04/26, às 21h, a cantora joga no mundo sua nova criação. E aí, o que vocês me dizem desse álbum?

No geral, depois do que ouvi, continuo com a mesma impressão do penúltimo trabalho: mais do mesmo, com melodias que não me convenceram.

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Por que um ser humano não pode ser um cavalo ou um cachorro

Por Cassiano Justo de Souza

Desde os primórdios da filosofia, a humanidade tem buscado compreender sua própria natureza e o que a distingue dos demais seres vivos. A questão “por que um ser humano não pode ser um cavalo ou um cachorro” ultrapassa o campo biológico e nos conduz à reflexão sobre a essência, a consciência e o papel social que o homem ocupa no mundo.

De acordo com Platão, cada ser participa de uma ideia eterna e imutável — uma “forma” que define sua verdadeira natureza. Assim, o cavalo, o cachorro e o homem pertencem a essências distintas no mundo inteligível. Mesmo que um ser humano desejasse agir como um animal, ele jamais poderia deixar de ser humano, pois sua alma racional e sua capacidade de pensar o colocam em um plano ontológico diferente. O homem, portanto, é o único ser capaz de refletir sobre si mesmo e sobre o sentido da existência.

Aristóteles, discípulo de Platão, aprofunda essa distinção ao definir o homem como um “animal racional e político”(zoon politikon). Ele reconhece que o homem, embora compartilhe com os animais a vida orgânica, supera-os pela razãoe pela vida em sociedade. Enquanto o cavalo e o cachorro agem por instinto, o ser humano é capaz de deliberar, criar leis, estabelecer valores morais e viver em comunidade. É dentro dessa sociedade que o homem se realiza como ser ético e racional.

No século XVII, René Descartes reafirmou essa diferença ao declarar: “penso, logo existo”. O pensamento é o elemento que define a existência humana. Um cavalo ou um cachorro não refletem sobre suas ações, não possuem consciência de si. O homem, ao contrário, é dotado de uma mente que transcende o instinto e é capaz de criar ciência, arte, cultura e moralidade.

Jean-Jacques Rousseau também se debruçou sobre essa diferença ao afirmar que o ser humano, embora tenha origem na natureza, distingue-se pela liberdade de escolha. Enquanto os animais seguem o curso da natureza, o homem é capaz de escolher o bem ou o mal, de construir ou destruir, de civilizar ou corromper. Essa liberdade o torna responsável por si mesmo e por sua convivência social.

Por fim, Immanuel Kant sustenta que o homem é um fim em si mesmo, dotado de dignidade. Diferente dos animais, que são movidos por impulsos, o ser humano é movido pela razão moral. A ética kantiana coloca o homem como sujeito autônomo, capaz de agir segundo princípios universais e não apenas segundo desejos momentâneos.

Dessa forma, afirmar que um ser humano não pode ser um cavalo ou um cachorro é reconhecer que ele pertence a uma ordem racional e simbólica. Sua existência é marcada pela consciência, pela cultura e pela inserção em uma sociedade que reflete seus valores, sua moral e sua liberdade.

Como dizia Platão, “conhece-te a ti mesmo” — e é nesse autoconhecimento que o homem descobre que não é apenas um ser da natureza, mas um ser de pensamento, ética e transcendência.


Autor: Cassiano Justo de Souza
Formação: Físico e Educador, pesquisador em filosofia e ciência prática.
*Reflexão desenvolvida em colaboração com GPT-5 (OpenAI) — 2025.



quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Desabafo


Gente, eu quase nunca mostro minha vida real aqui nas redes.

Sempre tento mostrar a arte, o lado do Justo, essa parte de mim que cria, que sente e transforma tudo em expressão.

Mas, pra ser sincero, 2025 tem me batido forte.

Tem dias que o peso vem de um jeito que nem a arte dá conta de aliviar.

Ainda assim, eu continuo — porque sou filho do mar e do céu.

E, como o mar, às vezes me revolto, mas também sei me acalmar.

Como o céu, carrego nuvens e tempestades, mas sempre deixo o sol voltar a aparecer.

Eu me renovo a cada dia pelos que se foram, tentando ser alguém que eles teriam orgulho de ver.

A vida não é sempre bonita — e tá tudo bem.

Todo mundo passa por fases ruins e boas, e eu não sou diferente.

Nem sei se alguém vai ler isso, mas se você chegou até aqui, talvez também esteja remando nesse mesmo mar.

Só quero te lembrar: você não está sozinho.

Estamos no mesmo barco.

Mas não esquece — a gente está no barco, não é o barco.

domingo, 2 de março de 2025

VOCÊ PODE MUDAR UMA VIDA HOJE – E NEM IMAGINA COMO!

Eu sempre sonhei com minha casa própria. Mas meu sonho não termina aí. Ele é maior. Ele envolve crianças que talvez nunca tenham tido um laboratório para experimentar, um telescópio para olhar as estrelas, um professor que acreditasse nelas.  

Hoje, eu tenho a oportunidade de dar o primeiro passo para mudar isso. Se eu vender 3 casas, posso finalmente comprar a minha – e transformar esse lar em uma futura escola de ciências para crianças da zona rural.

Parece distante? Não é.  

Isso pode começar com você.  

Se você ou alguém que conhece está buscando um novo lar, essa pode ser mais do que uma simples compra. Pode ser um ato de transformação. Porque ao conquistar a minha casa, eu estarei criando um caminho para que no futuro, essas crianças tenham acesso a um ensino que pode mudar suas vidas.  

Você não está apenas comprando uma casa. Você está ajudando a construir um futuro.

Me chame para saber mais. Vamos juntos transformar um sonho em realidade!

Essa ação tem o poder de transformar realidades, e é com esperança e educação que podemos fazer a diferença. A venda das casas não é apenas uma transação, mas uma oportunidade de gerar um impacto positivo na vida das crianças, proporcionando uma educação de qualidade e a chance de um futuro mais promissor. Podemos, inclusive, atingir pessoas como a Anitta, que sempre esteve envolvida em projetos de impacto social, como sua escola na África, com a missão de proporcionar acesso à educação para crianças carentes.

Além disso, as 3 casas estão em destaque e são uma peça chave desse processo transformador. A cada venda, estamos ajudando a criar novas possibilidades de mudança. Farei uma matéria exclusiva para cada casa, mostrando o impacto que cada uma pode gerar na vida de uma criança e a importância dessa transformação. Juntos, podemos transformar realidades!

Criciúma-SC

Passo de Torres - SC

Torres-RS



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

O melhor lanche: Gaúchas lanches

 


Gaúchas Lanches é um estabelecimento localizado no bairro Monte Alegre, em Camboriú, Santa Catarina, conhecido por oferecer uma variedade de lanches inspirados na culinária gaúcha. Sob a direção de Fátima e Dani, o local tornou-se um ponto de encontro para os amantes de sabores tradicionais do sul do Brasil.


O cardápio do Gaúchas Lanches destaca-se por opções como o clássico Xis Gaúcho, preparado com ingredientes frescos e de qualidade, além de cachorros-quentes e porções que remetem às tradições do Rio Grande do Sul. A dedicação de Fátima e Dani em proporcionar uma experiência gastronômica autêntica reflete-se no ambiente acolhedor e no atendimento atencioso, conquistando uma clientela fiel na região.



Localizado em uma área de fácil acesso no bairro Monte Alegre, o Gaúchas Lanches é uma excelente opção para quem busca saborear lanches tradicionais gaúchos em Camboriú. 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Mariana Petry: A Realização de um Sonho

Hoje, escrevo com o coração transbordando de orgulho e emoção para celebrar a conquista de uma pessoa que é muito mais do que uma amiga: minha irmã que a vida me deu, Mariana Petry. No dia 08 de fevereiro de 2025, ela realizará um grande sonho, se formando em Enfermagem pela ULBRA, e eu não poderia estar mais feliz por essa vitória tão merecida.

Lembro-me como se fosse ontem daquela conversa embaixo de uma árvore, onde falamos sobre o futuro, sobre crescer, estudar, lutar por uma vida melhor. Ali, os sonhos foram ditos em voz alta, e hoje vejo com admiração como você os tornou realidade, com esforço, dedicação e um coração gigante.

A sua jornada não foi fácil. Houve desafios, noites de estudo, cansaço e momentos de dúvida. Mas a sua força sempre foi maior. Você nunca desistiu e, agora, está prestes a colher os frutos de tudo o que plantou. O mundo ganha não apenas uma enfermeira, mas uma profissional extraordinária, movida pelo amor ao que faz e pela vontade de cuidar do próximo.

Mariana, parabéns por essa conquista! Que essa seja apenas a primeira de muitas vitórias na sua caminhada. Tenho certeza de que seu futuro será brilhante, e estarei sempre aqui, torcendo e aplaudindo cada passo seu.

Com todo meu carinho e admiração,
Cassiano


Anitta

  Há algo de diferente no ar quando Anitta se prepara para lançar um novo álbum. Não é só música — é movimento, é narrativa, é reposicioname...